sexta-feira, 29 de abril de 2011

Trabalhos internos

Em todos os trabalhos, sejam eles quais forem, empresas, lojas, café, gasolineiras, finanças, câmaras, sei lá que mais, têm trabalhos internos que têm de ser feitos para o serviço de balcão corra bem, organizado, sem falhas e o mais rápido possível.
O grande problema da questão, é que para o cliente, o atendedor só tem que estar ali, assim que ele chega, tudo o que está entra não tem de ser deixado para outra altura.
È completamente inadmissível que o atendedor o faça esperar alguns minutos só para acabar o que está a fazer.
Para melhor compreensão, eu dou um exemplo muito simples:
Num café logo pela manhã são inúmeros os pequenos-almoços, cafés, etc. Tantos que a loiça lavada está a acabar - mas como o cliente tem de ser logo atendido - não há tempo para a lavar, pois quando se pensa que a clientela está a afrouxar, O Diabo traz mais um ou dois. O resultado é que a loiça lavada acaba, e depois o cliente tem mesmo de esperar até haver novamente mais. Como a máquina demora muito!!! Lava-se à mão, alguma mais urgente, e está como nova.
Claro que este é o exemplo de uma pastelaria, mas poderia dar mil e um (como as receitas do bacalhau).
Sr. cliente não seria melhor para o bem de todos, esperar cinco ou dez minutinhos para se poder fazer o que é necessário ou acabar o que se está a fazer, antes de ser atendido? Não pedir logo livro de reclamações (mais uma que vai para o lixo) ou armar um pé-de-vento que só vai atrasar tudo e pôr todos mal dispostos para o resto do dia de trabalho……

sexta-feira, 15 de abril de 2011

As senhas outra vez

Continuam as dores de cabeça dos atendedores.
0 Cliente entra e constata que tem muitas pessoas para serem atendidas á sua frente. Retira a sua senha e decide ir fazer outras coisa que tem em mente e assim poupa tempo.
O que acontece é que ouve outros clientes a pensar o mesmo e sem metade das pessoas o atendimento torna-se muito rápido (a tal situação em que o atendedores estão todos a chamar ao mesmo tempo e não aparece ninguém). Quando o cliente volta, verifica que já passou a sua vez, dirige-se a qualquer atendedor, esteja este com outro cliente ou esteja a fazer trabalho interno, e exige ser atendido. Está claro, que se lhe é negado, não faltam os insultos e má criações.
Ora, por norma existe uma informação de quantas senhas se dá de tolerância.
 O cliente não sabe que com a sua acção corre o risco de deixar passar a vez? E se isso acontecer tem de retirar outra senha?